Eleições 2022

Lula aumenta vantagem sobre Bolsonaro no segundo turno, segundo pesquisa XP/Ipespe

Levantamento divulgado hoje mostra diferença de nove pontos entre petista com 45% e atual presidente com 36%

Ricardo Stuckert - Marcos Corrêa/PR
Lula volta a subir nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2022. Reprovação a Bolsonaro aumenta pela nova pesquisa consecutiva

São Paulo – Nova pesquisa realizada pela XP/Ipespe indica mais uma vez o favoritismo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Em levantamento divulgado hoje (11), Lula aparece com quatro pontos percentuais à frente do atual presidente Jair Bolsonaro. Isso significa que o petista subiu três pontos desde a pesquisa realizada em maio, chegando a 32%. Bolsonaro perdeu mais um ponto, e ficou com 28% das intenções de voto. O ex-senador Ciro Gomes caiu mais: de 9% para 6%. O ex-juiz Sergio Moro também caiu de 8% para 7%. O mesmo ocorreu com o apresentador de TV Luciano Huck, que tinha 5% ficou com 4%.

No segundo turno, informa reportagem da Carta Capital, a vantagem de Lula se ampliou ainda mais, com nove pontos acima de Bolsonaro. Em relação à pesquisa anterior, Lula subiu de 42% para 45% e Bolsonaro caiu de 40% para 36%. Agora, o atual presidente perde também para Ciro Gomes, que ficou 41% das intenções de voto contra 37% de Bolsonaro.

Foram ouvidas mil pessoas para a pesquisa, por telefone, em todo o país, entre os dias 7 e 10 de junho. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Mais reprovação a Bolsonaro

Pela nona vez consecutiva segue a tendência de alta entre os que consideram a administração federal ruim ou péssima. São 50%, um ponto percentual a mais que no levantamento de maio. Em outubro eram 31% e o número segue subindo. É o pior da série para Bolsonaro, desde o início do governo.

XP/Ipespe: Lula lidera sucessão. Avaliação negativa de Bolsonaro dispara

A realização da Copa América no Brasil é rejeitada pela maioria dos pesquisados. São 64% contra e 29% a favor. Entre os que reprovam Bolsonaro, 83% também reprovam o torneio. No outro grupo, dos que o apoiam, 58% aprovam a realização dos jogos no Brasil.