Em todas as regiões

‘Outras caravanas virão. Essa é só o começo’, diz dirigente da CUT

Greg defende mais diálogo com o povo e diz que o amor, o carinho e a emoção que marcam a caravana de Lula demonstram que 'houve toda uma construção que não vai retroceder'.

Cláudia Motta/TVT/RBA
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Greg acompanha a caravana desde Salvador e segue com ela até São Luiz

Picos – Em seu 17º dia, a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passa pelo Piauí com destino ao Maranhão, onde encerra a jornada no próximo dia 5, é marcada pela emoção, a gratidão e a esperança. Na avaliação do secretário-adjunto de comunicação da CUT nacional, Admirson Medeiros Ferro, o Greg, esta é a primeira de muitas outras caravanas que virão.

“Essa é apenas o começo. A gente pretende fazer caravanas em diversas regiões. Precisamos fazer com que o povo se sinta presente nessas ações que a gente pretende desenvolver, porque é fundamental o diálogo com a sociedade. Tanto que a CUT deliberou no seu último congresso que nós, dirigentes, vamos pra rua, pra dentro das escolas, para as feiras, para os mercados públicos, e vamos fazer das comunidades, dialogar através da cultura tudo o que pode ser construído.”

Na avaliação do dirigente, o calor humano, o amor e carinho recebidos por Lula já entraram para a história. “A CUT vem acompanhando a caravana, vem participando de todo o processo desde Salvador. Vamos até São Luís, levando esperança para a população, levando muita emoção e mostrando que podemos construir uma sociedade diferente, em que as pessoas que mais precisam sejam atendidas pelos governos que passam. E a gente sabe muito bem que essa população que hoje está aí tem uma gratidão imensa pelo pouco que foi feito em 12 anos de um governo democrático-popular, eleito legitimamente”, disse Greg.

Para ele, esses 16 dias têm sido de muita emoção principalmente pela clareza das pessoas em relação à melhoria nas condições de vida da população mais pobre. “Fica claro que as pessoas saíram da miséria, conseguiram local para morar, conseguiram colocar comida no prato dos seus filhos, conseguiram colocar seus filhos na escola. E os depoimentos que a gente presenciou ao longo dessa estrada emocionou toda a equipe. A gente percebe claramente que tem toda uma construção que não vai retroceder. A gente vai estar na luta intransigente na defesa dos direitos, das conquistas históricas da classe trabalhadora. E sabemos que podemos avançar muito mais. Essa nossa tarefa de sensibilizar a sociedade é fundamental.”