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Marianna Dias: ‘Educação é a arma mais forte contra o governo Bolsonaro’

Presidenta da UNE convoca estudantes e trabalhadores para manifestações desta quinta (30) contra cortes na Educação promovidos pelo governo
Publicado por Gabriel Valery, da RBA
17:00
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Marianna: "Luiz Inácio Lula da Silva permitiu que a universidade não fosse apenas espaço das elites"

São Paulo – Na noite de terça-feira (28), o Teatro Oficina, na capital paulista, recebeu uma prévia do Festival Lula Livre, marcado para o próximo domingo (2). Durante o ato político e cultural, a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias, falou sobre os atos de desta quinta (30), marcados para mais de 150 cidades em todos os estados do país, em defesa da Educação, contra cortes no setor anunciados pelo governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL).

“Precisamos deixar a revolta das pessoas aparecer. Não tem mais volta, o que aconteceu no dia 15 foi histórico, e a gente precisa repetir no dia 30. Precisamos ir para a rua, chamar todo mundo para defender a Educação no nosso país porque, na minha opinião, a educação é a coisa mais poderosa contra o governo Bolsonaro, porque a educação liberta”, disse Marianna, lembrando as milhões de pessoas que tomaram as ruas no último dia 15.

Marianna ressaltou que “a universidade é o espaço da democracia, é o espaço da liberdade. A universidade é o espaço do questionamento e tudo isso faz eles terem ódio. Por isso eles têm ódio das universidades, das escolas”. A líder estudantil lembrou da audiência pública realizada na quarta-feira passada, quando o ministro da Educação de Bolsonaro, Abraham Weintraub, se recusou a ouvir os estudantes e tentou retirá-los à força da sessão, com o uso da polícia legislativa.

Por fim, Marianna clamou por luta pela retomada de melhores dias no setor. “Luiz Inácio Lula da Silva permitiu que a universidade não fosse apenas espaço das elites. Permitiu que a democracia, que o questionamento e que o conhecimento fossem difundidos para o nosso povo. Que as pessoas da periferia pudessem sentir o gosto de sentar no banco de uma universidade.”