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#LulaLivre

Vigília reafirma caráter pacífico e denuncia agressões de bolsonaristas

"Manteremos nossa organização e a vinda de caravanas até alcançarmos a liberdade do presidente Lula", diz organização do movimento pró-Lula em nota
por Redação RBA publicado 14/05/2018 15h32, última modificação 14/05/2018 16h17
"Manteremos nossa organização e a vinda de caravanas até alcançarmos a liberdade do presidente Lula", diz organização do movimento pró-Lula em nota
Joka Madruga/Agência PT
Lula Livre

"Nossas mobilizações têm caráter pacífico e respeitam limites do interdito proibitório", diz coordenação de vigília

São Paulo – A coordenação da vigília Lula Livre divulgou, no domingo (13), uma nota reafirmando que suas mobilizações “têm caráter pacífico, respeitam os limites do interdito proibitório, os horários de manifestação e o local reservado pelas autoridades para tal”. Na nota, a organização destaca que está seguindo os acordos combinados com as autoridades competentes: Secretaria de Segurança Pública do Paraná, Ministério Público e outras e, por outro lado, exige respeito e a manutenção dos acordos.

Observa que, até agora, nos 36 dias de vigília, manteve “relação respeitosa” com os moradores  e tomou todas as medidas pela “boa convivência com a comunidade”. “Prova disso foi a retirada do acampamento das imediações da Polícia Federal e também a retirada do equipamento de som, estabelecendo horários de silêncio das 19h30 às 9 horas da manhã”, enfatiza.

A coordenação da vigília denuncia que "manifestação fascista" liderada pelo militante Eder Borges, vinculado ao deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR) e ao MBL, invadiu a área reservada pela Justiça aos militantes pró-Lula. Borges foi assessor comissionado de Francischini, “secretário de segurança responsável pelo massacre de servidores do dia 29 de abril de 2015”, lembra a nota. O parlamentar é um dos principais apoiadores da campanha de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) no Paraná.

"Manteremos nossa organização e a vinda de caravanas até alcançarmos a liberdade do presidente Lula", acrescenta a nota.

Leia a íntegra da nota:

Nota da coordenação da vigília #LulaLivre:

A coordenação afirma que:

1 - Nossas mobilizações têm caráter pacífico, respeitam os limites do interdito proibitório, os horários de manifestação e o local reservado pelas autoridades para tal; Até aqui, tudo está seguindo os acordos combinados com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, Ministério Público e autoridades constituídas. Exigimos respeito e a manutenção dos acordos.

2 – Nesses 36 dias de vigília, estabelecemos relação respeitosa com os moradores, tomando medidas concretas em prol da boa convivência com a comunidade. Prova disso foi a retirada do acampamento das imediações da Polícia Federal e também a retirada do equipamento de som, estabelecendo horários de silêncio das 19h30 às 9 horas da manhã.

3 - Denunciamos o fato de, durante manifestação encabeçada por Eder Borges, assessor comissionado do deputado Francischini (secretário de segurança responsável pelo massacre de servidores do dia 29 de abril de 2015), foi invadida área do interdito proibitório reservada para a Vigília Lula Livre. Os participantes lançaram mão de provocações diretas, fogos de artifício, ameaça com uso de facas, cornetas, entrada de veículos, e isolaram uma rua sem autorização das autoridades.

4 – Estranhamos ainda que, frente a tudo isso, nenhuma medida tenha sido tomada pela Polícia Militar, presente no local, e conivente com esses fatos.

5 - Manifestações de caráter político em oposição à vigília devem se dar no espaço reservado pela Polícia Militar, no lado oposto à Vigília Lula Livre, conforme acordado com as autoridades no interdito proibitório;

6- Seguimos mobilizados, manteremos nossa organização e a vinda de caravanas até alcançarmos a liberdade do presidente Lula.

Curitiba, 13 de maio de 2018