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Chapa 1 é eleita com 96,7% dos votos no Sindicato dos Químicos de São Paulo

Eleição, que durou quatro dias, já teve seu resultado confirmado logo no segundo dia e confirmou atual direção à frente da categoria no próximo triênio
por Redação da RBA publicado 06/03/2012 16h20, última modificação 07/03/2012 15h24
Eleição, que durou quatro dias, já teve seu resultado confirmado logo no segundo dia e confirmou atual direção à frente da categoria no próximo triênio

São Paulo – A Chapa 1, representando a atual direção, venceu com 96,7% dos votos válidos dos sócios a eleição no Sindicato dos Químicos de São Paulo no próximo triênio. A eleição terminou na última sexta-feira (2) e durou quatro dias. O quórum (50% dos votos mais um) foi obtido no segundo dia. Havia 7.962 associados aptos a votar, de um total de 18.041. A chapa única recebeu 5.287 votos (96,67% dos válidos). Houve ainda 159 votos em branco (2,9%) e 23 nulos (0,43%).

Segundo o secretário-geral do sindicato, João Carlos de Rosis, a vitória aumenta a responsabilidade da direção. “Essa aprovação mostra que precisamos continuar nosso trabalho em defesa dos direitos dos trabalhadores no sentido de consolidar e ampliar nossas conquistas. E claro, melhorar também nossa atuação na sociedade, para contribuirmos na construção de outro mundo possível”, disse.

 

Setor farmacêutico

A Federação dos Trabalhadores Químicos (Fetquim-CUT) entregou na última quinta-feira (1º) a pauta de reivindicações do setor farmacêutico ao Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma). Entre as cláusulas econômicas estão o reajuste salarial de 12% – índice que inclui inflação e aumento real –, piso de R$ 1,5 mil, participação nos lucros ou resultados (PLR) de R$ 2,5 mil, cesta básica de no mínimo R$ 150 e licença-maternidade de 180 dias. O segmento tem 35 mil trabalhadores na base da CUT, que reúne sete sindicatos.

O ínício das negociações foi marcado para o próximo dia 21, às 10h, na sede do sindicato. O coordenador político e administrativo da entidade, Osvaldo da Silva Bezerra, o Pipoca, garantiu que a categoria não se intimidará com os argumentos do setor empresarial. "Sabemos muito bem que os patrões têm plenas condições de atender as nossas reivindicações, de garantir aumento real para trabalhadores e trabalhadoras do setor, sem fixar o vergonhoso teto salarial", afirmou.

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