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Governo dará recebíveis para acelerar obras do PAC

Senadora Ideli Salvatti afirma que o governo ainda decidirá os detalhes operacionais da medida, que deve ser anunciada nos próximos dias
por Fernando Exman, Reuters publicado 28/05/2009 11h21, última modificação 28/05/2009 11h22 © 2009 Thomson Reuters. All rights reserved. Reuters content is the intellectual property of Thomson Reuters or its third party content providers. Any copying, republication or redistribution of Reuters content, including by framing or similar means, is expressly prohibited without the prior written consent of Thomson Reuters. Thomson Reuters shall not be liable for any errors or delays in content, or for any actions taken in reliance thereon. "Reuters" and the Reuters Logo are trademarks of Thomson Reuters and its affiliated companies. For additional information on other Reuters media services please visit http://about.reuters.com/media/.
Senadora Ideli Salvatti afirma que o governo ainda decidirá os detalhes operacionais da medida, que deve ser anunciada nos próximos dias

Brasília (Reuters) - O governo oferecerá recebíveis como garantia a bancos que concederem crédito às empresas que executam obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e estão com problemas na obtenção de capital de giro, disse na quarta-feira (27) a líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

Segundo a parlamentar, a decisão foi tomada em reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros da área econômica e de pastas ligadas ao PAC, além de representantes da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "As empresas estão sem capital para tocar as obras. Elas recebem do governo, mas não conseguem executar as obras", afirmou Ideli à Reuters.

"Tem ainda alguns ajustes para fazer, mas isso é para bater o martelo muito rapidamente", acrescentou a senadora, comemorando a possibilidade de as obras de duplicação da rodovia federal BR-101 em seu Estado deslancharem.

Segundo Ideli, o governo ainda decidirá os detalhes operacionais da medida, que deve ser anunciada nos próximos dias. Algumas diretrizes, entretanto, foram praticamente definidas.

O valor dos recebíveis seria no máximo 20% do valor do contrato da obra do PAC ou 20% do faturamento anual da empreiteira, o que for maior. As empresas teriam 36 meses para pagar os empréstimos.

 

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