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Para Haddad, ‘caldo macabro’ federal consome vidas e empregos

Em artigo, Fernando Haddad pondera que recente apagão nos dados sobre vítimas da covid-19 teria relação com o jogo eleitoral, que é um teste para Bolsonaro

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Haddad lembra que nem todo gestor segue a necropolítica. Implementa protocolos que funcionaram em diversos países

São Paulo – Para o ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), as mais de de 160 mil vidas perdidas para a covid-19 no Brasil resultam de um “caldo macabro de obscurantismo federal”. Uma necropolítica que levou à derrota de Donald Trump nas eleições nos Estados Unidos e que mesmo assim Jair Bolsonaro continua seguindo à risca.

Em artigo publicado nesta sexta-feira (13) no jornal Folha de S.Paulo, Haddad pondera que nesse caldo estão também o Estado e a cidade de São Paulo. Os gestores tucanos contribuem em grande parte para a taxa nacional de 773 mortes por milhão de habitantes no Brasil.

No entanto, nem todo gestor faz opção por essa necropolítica. A cidade de Araraquara, por exemplo, governada pelo PT, prioriza medidas a exemplo das tomadas na China, Vietnã, Austrália e Nova Zelândia, que tiveram resultados sanitários e econômicos satisfatórios. Na cidade do interior paulista, a taxa fica em torno de 250 mortes por milhão.

Para Haddad, não espanta que a divulgação de dados sobre mortes e contágio pelo novo coronavírus tenha sofrido um apagão que durou uma semana. Haveria relação com o calendário eleitoral?

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