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No primeiro mês de 2017, balança tem superávit de US$ 2,7 bilhões

Um dos destaques foi o crescimento das exportações para a China. Em 12 meses, saldo comercial é de US$ 49,5 bilhões
Publicado por Redação RBA
15:45
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São Paulo – No primeiro mês do ano, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,725 bilhões, com US$ 14,911 bilhões em exportações e US$ 12,187 bilhões em importações. Em janeiro de 2016, o saldo foi de US$ 915 milhões. Os dados foram divulgados na tarde de hoje (1º) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Com base na média diária, as vendas brasileiras ao exterior têm queda de 6,5% em relação a dezembro e crescimento de 20,6% sobre janeiro do ano passado. As importações registram altas de 7,3% e de 5,7%, respectivamente.

No acumulado em 12 meses, o superávit atinge US$ 49,514 bilhões, com US$ 188,933 bilhões em exportações e US$ 139,420 bilhões em importações. Em relação ao período imediatamente anterior, as vendas caem 1,4% e as compras, 16,8%.

Em janeiro, sobre igual período de 2016, houve aumento de 34,2% nas vendas para a Ásia, com destaque para a China, com alta de 74,3%, em razão de produtos como petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, celulose e carne de frango, entre outros. As exportações também para cresceram para Estados Unidos (18,5%), União Europeia (12,7%), Mercosul (14,9%), África (9,5%) e América Central e Caribe (6,4%), com queda no caso da Oceania (-9,4%).

Aumentaram as importações da África (89,4%), Mercosul (31,9%), Estados Unidos (19,5%), América Central e Caribe (7,1%) e Oriente Médio (7%). E caíram as vindas da Oceania (-10,7%), União Europeia (-7,9%) e Ásia (-1,1%).

Os cinco principais compradores de produtos brasileiros no primeiro mês de 2017 foram China (US$ 3,027 bilhões), Estados Unidos (US$ 1,828 bilhão), Argentina (US$ 1,036 bilhão), Países Baixos (US$ 681 milhões) e Índia (US$ 417 milhões). As importações vieram, principalmente, de China (US$ 2,332 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,135 bilhões), Alemanha (US$ 738 milhões), Argentina (US$ 680 milhões) e Coreia do Sul (US$ 448 milhões).