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Cidade paranaense terá recursos para construção de 2 mil casas

por Lúcia Nórcio publicado 05/10/2009 19h17, última modificação 05/10/2009 19h18

Curitiba - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, da Saúde, José Gomes Temporão e das Cidades, Márcio Fortes, participaram nesta segunda-feira (5), em Londrina, da cerimônia que oficializou o convênio para conclusão de obras de ampliação do Hospital Santa Casa.

A visita às obras marcou também a assinatura da liberação de R$ 92  milhões para o programa Minha Casa, Minha Vida, o maior contrato do projeto no Paraná, que possibilitará a construção de 2,1 mil unidades residenciais no município. Além desse valor, Londrina também será beneficiada com a construção de 117 casas, com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.

Também serão liberados R$ 8 milhões para a construção de 182 moradias no município de Arapongas, como parte do programa  Minha Casa Minha Vida .

A ministra lembrou da meta de construção de 1 milhão de residências do programa em todo o país. e disse que o presidente Lula não "ficará de braços cruzados" em relação ao deficit de moradias no Brasil. Ela afirmou que haverá recursos para construir casas para aqueles que recebem de zero a três salários mínimos.

Em Londrina, segundo a Companhia de Habitação do município, há um deficit de aproximadamente 16 mil moradias. Famílias que morão em invasões ou áreas de risco terão prioridade, mesmo em relação às que se inscreveram primeiro no programa. A meta do Programa Minha Casa, Minha Vida é construir 6 mil residências em Londrina.

No início da tarde, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou o Termo de Aprovação de Projeto de Conclusão do Hospital Santa Casa de Londrina, que envolverá recursos da ordem de R$ 23,5 milhões. Será concluída a construção de  um bloco, integrado ao já existente, com 11 pavimentos onde serão instalados 125 novos leitos de internação, 38 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e oito  salas cirúrgicas para procedimentos de alta complexidade. No local, vai funcionar também uma unidade de hospital-dia.

Temporão anunciou que, até o final do ano, estará funcionando a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Londrina. Ele disse que a unidade terá classificação de porte 3, que oferece uma estrutura maior, ao em vez de porte 2, como era o prevsito anteriormente.

Londrina será beneficiada com uma UPA com capacidade para até 450 pacientes, com seis médicos, (entre pediatras e clínicos gerais) e até 20 leitos.

Fonte: Agência Brasil