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Saúde anuncia R$ 296 mi para saúde pública do Rio de Janeiro

Ministério destina verba para construção e manutenção de 46 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e para hospitais públicos do estado
por Isabela Vieira publicado , última modificação 03/08/2009 16h59
Ministério destina verba para construção e manutenção de 46 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e para hospitais públicos do estado

Rio de Janeiro - O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira destinação de R$ 296 milhões para construção e manutenção de 46 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) em 22 municípios do Rio de Janeiro entre 2009 e 2010 e para hospitais públicos do estado.

Com capacidade para atender 7 milhões de pessoas, metade das UPAs será construída este ano na região da Baixada Fluminense ou no interior. A outra metade só ficará pronta no próximo ano. Somada às unidades que estão em funcionamento, o estado contará com 68 centros desse tipo, em 2010.

A ideia é desafogar as emergências dos hospitais e agilizar o atendimento médico de urgência. “A construção das UPAs no Rio faz parte da estratégia do governo federal de instalar 500 unidades em todo o país até o final do próximo ano”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no Palácio Guanabara.

No estado fluminense serão atendidas as cidades de Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Nilópolis, Nova Iguaçu, Macaé, Petrópolis, Rio Bonito, São João de Meriti, Três Rios, Itaboraí, Mesquita, Araruama, Cabo Frio, Itaperuna, Niterói, Magé, Mesquita, Queimados, São Gonçalo, Teresópolis e Rio.

De acordo com o governador Sérgio Cabral, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), também serão construídas mais duas Upas na capital. Uma na Rocinha, zona sul, e a última no Complexo do Alemão. Em Copacabana, zona sul, deve ser instalada uma unidade especial somente para idosos.

Dos R$ 296 milhões anunciados para o Rio, R$ 73 milhões serão aplicados no atendimento médico especializado. Cerca de R$ 9 milhões serão destinados a 103 leitos no Hospital Alberto Torres, na região metropolitana, e no Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio Castro, na capital.

Outros R$ 44 milhões serão investidos no Hospital da Mulher Heloneida Studart, na Baixada Fluminense, e cerca de R$ 20 milhões, no centro de transplantes do Hospital de Alta Complexidade, ex-Santa Mônica, no centro do Rio.

Fonte: Agência Brasil