Biomas

No primeiro ano de Lula, desmatamento cai pela metade na Amazônia, mas cresce 43% no Cerrado

Na soma dos dois biomas, o total relativo a desmatamento chegou a 12.979,8 quilômetros quadrados, ante 15.740,5 quilômetros quadrados em 2022. Queda de 17,5%

Divulgação/TV Brasil
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Floresta Amazônica, que teve o melhor nível de desmatamento desde 2018, segundo dados do Inpe divulgados nesta sexta (5)

São Paulo – Os alertas de desmatamento na chamada Amazônia Legal caíram pela metade no ano passado, no melhor índice desde 2018. Já no Cerrado houve aumento de 43%, no maior resultado da série histórica. Os dados, do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Deter não representa o resultado oficial, que é divulgado anualmente pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes).

Assim, até 29 de dezembro, a área com alertas na Amazônia Legal somou 5.152 quilômetros quadrados. No ano anterior, foi de 10.278 km². A região inclui nove estados:  Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão (neste último, parcialmente). Pará, Mato Grosso e Amazonas, nessa ordem, tiveram mais desmatamento.

Por sua vez, o Cerrado registra alta desde 2020. No ano passado, a área sob alerta foi de 7.828 km², ante 5.463 km² no anterior.

Na soma dos dois biomas, o total relativo a desmatamento chegou a 12.979,8 quilômetros quadrados, ante 15.740,5 quilômetros quadrados em 2022. Queda de 17,5%.

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