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Miguel Jorge defende revisão na cobrança de IPI na linha branca

por Paula Laboissière publicado 28/10/2009 13h27, última modificação 28/10/2009 13h30

Brasília - O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, fala à imprensa na abertura do seminário sobre direito e desenvolvimento (Foto: Antonio Cruz/ABr)

Brasília - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, defendeu nesta quarta-feira (28) uma revisão na cobrança de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na chamada linha branca (geladeiras, fogões, máquinas de lavar). Ele garantiu que são "boas" as perspectivas para a prorrogação da redução do imposto. Segundo ele, o pedido já foi feito pelos produtores e pelos representantes do varejo e a redução deve seguir até dezembro.

“Pessoalmente, acho que, no caso da linha branca, deveríamos fazer algum tipo de revisão para que não houvesse, por exemplo, IPI de 10% para o tanquinho e de 20% para a máquina automática. Deveria ser 10% para todos”, disse.

No caso dos materiais de construção, o ministro se disse a favor da prorrogação da medida,  sobretudo por conta dos R$ 36 milhões subsidiados pelo governo federal para o programa Minha Casa, Minha Vida.

“Não faz muito sentido aumentar o imposto em cima de um custo que será do próprio governo. Não parece muito lógico pensar em uma desoneração e depois fazer com que ela seja mais cara para o governo”.

Sobre o aumento das exportações, Miguel Jorge afirmou que mantém o posicionamento de que a base não deve ser apenas a política cambial. Segundo ele, é preciso buscar mais competitividade, qualidade, eficiência e inovação.

O ministro informou que já apresentou propostas ao Ministério da Fazenda sobre o assunto, mas não quis adiantar detalhes.

Fonte: Agência Brasil

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