Consumo

Comércio termina o primeiro semestre com alta nas vendas

Setores de combustíveis e supermercados são destaques positivos, enquanto o de vestuário cai

Reprodução/Montagem RBA
Reprodução/Montagem RBA
Segundo o IBGE, o comércio varejista do país está 3,3% abaixo do máximo da série (outubro de 2020) e 3,0% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020)

São Paulo – Com estabilidade nas vendas em junho, o comércio varejista fechou o primeiro semestre com alta (1,3%) sobre igual período do ano passado. Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (9) pelo IBGE, entre as atividades com crescimento estão combustíveis/lubrificantes (14,5% sobre 2022) e a que reúne hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,6%). Já o segmento que abrange tecidos, vestuário e calçados caiu (-9%). Em 12 meses, o varejo tem alta de 0,9%.

No varejo ampliado, o setor de veículos/motos, partes/peças fechou o semestre com alta de 5,4%, e o atacado especializado em produtos alimentícios, com 8,3%. Houve queda em material de construção (-3,6%).

Apenas de maio para junho, as vendas de combustíveis e lubrificantes recuaram 0,6%, enquanto as hiper e supermercados cresceram 1,1%. No varejo ampliado, alta de 8,5% em veículos e peças. Segundo o IBGE, “o comércio varejista do país está 3,3% abaixo do máximo da série (outubro de 2020) e 3,0% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020)”.

Ante junho de 2022, equilíbrio entre altas e quedas. Combustíveis e lubrificantes cresce 9,9%. O segmento de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo sobe (3,1%), assim como móveis e eletrodomésticos (2,6%). Tecidos, vestuário e calçados cai -6,3%). No ampliado, veículos e peças tem alta de 17,9%. Já material de construção recua 2,7%.


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