Frente Ampla

Márcio França na TVT: unidade pela democracia e construção da aliança Lula e Alckmin

Ex-governador Márcio França concede entrevista hoje (4) ao jornalista Juca Kfouri no Entre Vistas, da TVT. Em pauta, eleições e a defesa da democracia

Reprodução/TVT
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São Paulo – O ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB) é o convidado da noite desta quinta-feira (4) do Entre Vistas, apresentado pelo jornalista Juca Kfouri. O programa será transmitido a partir das 22h pelos canais da TVT. O entrevistado era cotado pelo partido para concorrer ao governo do estado nas eleições de outubro. Com boa pontuação, figurava nas pesquisas na segunda posição, atrás do petista Fernando Haddad. Contudo, França e seu partido decidiram por uma aliança em torno da candidatura de Haddad e ele deve concorrer ao Senado, com grandes chances de vitória.

“O senhor tinha todas as condições e motivos para ser candidato e se eleger governador. Cumprindo o que tinha dito antes de começar qualquer tipo de campanha, ao verificar que, embora estivesse em segundo lugar nas pesquisas, o senhor abdicou em nome da unidade, em nome de uma frente ampla tão necessária”, diz Juca, na abertura da entrevista.

Ao falar sobre a tomada de sua decisão, Márcio França fala com franqueza do processo. “Disputei as últimas eleições (para governador, em 2018) e perdi por muito pouco. Ficou a saudade do que não aconteceu. Ficou a sensação de que, se tivesse mais tempo, poderia implementar políticas públicas dessa experiência de 40 anos de vida pública”, disse.

França, Lula e Alckmin

O candidato ao Senado também relata passagens da construção dentro do partido da chapa que terá, como vice de Lula o ex-governador Geraldo Alckmin. “Falei com o Lula, ele é muito rápido (…) Falei para ele que estava com um nome. Ele tocou em nomes do nosso partido, Flávio Dino, Paulo Câmara, governadores. Eu disse que tinha um nome que, embora não filiado, estava disponível porque estava incomodado no PSDB. Ele seria um nome muito impactante para compor a chapa e passaria a sensação de que Lula não tem rancor, (que é) o perfil dele mesmo (Lula). Então falei do Alckmin. Ele pegou um copo, levou uns 10 segundos e pediu o telefone dele. Foi uma decisão rápida”, disse.

Assista à prévia da conversa:



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