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Mulheres contra Bolsonaro: ‘Esse retrocesso ninguém mais quer’

Em São Paulo, a candidata a vice Manuela D’Avila defende que mobilização é compromisso com democracia, liberdade e dignidade. 'É uma reação do povo, é uma tomada de consciência', disse Jandira Feghali, que participou da marcha no Rio

Centro de Operações do RJ

Alta concentração na Cinelândia na tarde deste sábado, um dia histórico para a luta pela liberdade e contra o fascismo

São Paulo – No Rio, o ato das mulheres contra o fascismo, na tarde deste sábado (29) ganhou a adesão de blocos de carnaval da cidade, que participaram da marcha rumo à Cinelândia. “É uma reação do povo, é uma tomada de consciência, não é possível esse retrocesso”, disse a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), em transmissão no Facebook, durante caminhada para a Cinelândia. “Esse retrocesso ninguém mais quer, mesmo que o Rio de Janeiro seja o berço dessa representação desse candidato fascista (…), eu tenho convicção que o Brasil dará essa resposta no dia 7 de outubro”.

Em Porto Alegre, 40 mil pessoas estavam reunidas por volta de 16h30 deste sábado. E em Belo Horizonte, o ato prosseguia com milhares de pessoas em torno do caminhão de som.

Em São Paulo

A candidata a vice na chapa de Fernando Haddad, Manuela D’Ávila, pelo Twitter, enviou mensagem de apoio à mobilização das mulheres: “Nós defendemos a liberdade das mulheres, ele não. Nós defendemos o 13o salário, e o direito das trabalhadoras e trabalhadores, ele não. Nós gritamos ‘fora Temer’, ele não. Nós defendemos que as mulheres, os negros, os indígenas, LGBTs tenham dignidade e façam parte de um grande sonho de Brasil, ele não. É por isso que hoje, pela manhã e pela tarde, no Brasil e no mundo inteiro, milhares de mulheres, sem partido, de todos os partidos, de todas as ideologias, mas comprometidas com a democracia, com a liberdade, com a dignidade das mulheres.”

 

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