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Para presidente da Força, nomeação de ministro foi uma conquista das centrais

Paulinho quer Trabalho liderando debates sobre temas como terceirização, jornada e fator previdenciário. Dilma receberá sindicalistas na quinta-feira
por Vitor Nuzzi, da RBA publicado , última modificação 30/04/2012 18h03
Paulinho quer Trabalho liderando debates sobre temas como terceirização, jornada e fator previdenciário. Dilma receberá sindicalistas na quinta-feira

São Paulo – O presidente da Força Sindical, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), considerou a nomeação do também deputado Brizola Neto para o Ministério do Trabalho e Emprego "uma conquista das centrais". Segundo ele, há pouco mais de um mês houve um acordo entre as centrais sindicais no sentido de defender a indicação. Essa decisão, conta Paulinho, foi transmitida à presidenta Dilma Rousseff por meio do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Dilma receberá as centrais na próxima quinta-feira (3) – quando Brizola Neto será empossado –, às 10h, no Palácio do Planalto.

O parlamentar que havia problemas no PDT relacionados ao nome a ser indicado para substituir Carlos Lupi, que deixou o ministério no final do ano. Brizola Neto enfrentava resistência do grupo do próprio Lupi. Outros dois dirigentes pedetistas eram indicados internamente: Manoel Dias (secretário-geral do partido) e o deputado Vieira da Cunha (secretário de Relações Internacionais). Brizola Neto, que completará 34 anos em outubro, é o 2º vice-presidente. "Acho que na bancada (na Câmara) a gente já tinha superado isso", comentou.

Paulinho avalia que o Ministério do Trabalho deve estar à frente em discussões de temas como redução da jornada de trabalho, terceirização e fator previdenciário. Os sindicalistas identificavam certo "esvaziamento" da pasta. "O ministério tem de coordenar esses projetos e encaminhar a discussão", afirmou.