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Funcionários de universidades federais decidem manter greve

por Redação da RBA publicado , última modificação 14/07/2011 16h22

São Paulo - Funcionários de 50 universidades federais decidiram manter a paralisação da categoria por tempo indeterminado em assembleia na quarta-feira (13). A greve foi iniciada em 6 de junho e não inclui, por ora, os docentes. Ainda assim, os técnicos administrativos prometem barrar as matrículas para o segundo semestre, e outras atividades podem ser prejudicadas.

De acordo com a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), entre as reivindicações estão aumento do piso da categoria de R$ 1.034 em pelo menos três salários mínimos.

Os professores das federais, vinculados ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), também estão em negociação salarial com o governo. No início da semana, uma reunião com o secretário de Relações Sindicais do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), Duvanier Paiva. O encontro decepcionou os professores por não ter sido apresentada proposta salarial.

Uma nova reunião entre professores e governo ficou marcada para dia 2 de agosto. A Fasubra deve ter encontro com o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e o Andes na próxima semana. Uma marcha deve ser programada para a primeira quinzena de agosto.

Com informações da Agência Brasil