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Prefeitura aceita manter agentes da Zoonoses até efetivação de concursados

Após reunião entre sindicato e o chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo, promessa é de que nenhum trabalhador será dispensado até a regulamentação da Emenda constitucional 51
por anselmomassad publicado , última modificação 24/02/2010 14h32
Após reunião entre sindicato e o chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo, promessa é de que nenhum trabalhador será dispensado até a regulamentação da Emenda constitucional 51

A prefeitura de São Paulo aceitou rever as 480 demissões de trabalhadores contratados em regime temporário junto ao Centro de Zoonoses da cidade. O fim dos contratos temporários só seria considerado após a efetivação de todos os agentes aprovados em concurso público de 2008. Em reunião com o chefe de gabinete de Gilberto Kassab (DEM), foi definida ainda uma reunião entre represententes das secretarias envolvidas, membros da Câmara de Vereadores, do sindicato da categoria e da defensoria pública.

O encontro teria, como objetivo, a regulamentação da emenda constitucional 51, normatizada pela lei 11.350/2006, que permite a efetivação de agentes de saúde temporários. Os manifestantes deixaram o Viaduto do Chá, onde se concentraram pela manhã, e se dirigiram à Câmara de Vereadores, onde pretendiam encontrar o secretário de Saúde do município, Januario Montone, que participa de uma sessão da Comissão de Saúde.

Inicialmente, a promessa da prefeitura havia sido de receber, além de representantes do sindicato e da vereadora Juliana Cardoso (PT), que acompanha o caso, seis agentes dispensados. Mas os trabalhadores não puderam participar, segundo informações de Fátima Câmara, diretora do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep-SP).

A opção de uma reunião conjunta com as secretarias de Saúde, Gestão e Assuntos Jurídicos, além do gabinete do prefeito, foi adotada para esclarecer o caso. A expectativa do sindicato é promover a regulamentação da emenda constitucional 51 e evitar dispensas até que os concursados sejam efetivados.