"Foi mal"

Procurador-geral de SP recua de pedir que promotores recebam antes a vacina contra covid

Mário Luiz Sarrubbo diz que prometeu levar pedido ao governador “por razões políticas”, mas que nunca cogitou fazê-lo

Arquivo pessoal - CC.0 Wikimedia
Após reportagem do Brasil de Fato, o procurador-geral de Justiça de SP, Mário Luiz Sarrubbo, recuou de encaminhar a Doria pedido coletivo de grupo de promotores e procuradores solicitando que todos os membros do MP recebam a vacina contra a covid-19 antes da população em geral

São Paulo – O procurador-geral de Justiça do estado de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, afirmou nesta quinta-feira (3) que não encaminhou nem encaminhará ao governo estadual um pedido coletivo de promotores e procuradores do Ministério Público de São Paulo para serem considerados grupos prioritários para receber vacina contra a covid.

Em áudio enviado pelo procurador-geral à equipe de comunicação do órgão que preside , com a orientação expressa de ser espalhada, ele disse também que chegou a fazer tal promessa, no último dia 24 de novembro, ao procurador e membro do Conselho Superior do MPSP Arual Martins, mas que jamais teve a intenção de cumpri-la, tendo sido apenas palavras ditas “por razões políticas”.

As declarações do procurador-geral foram dadas após reportagem do Brasil de Fato revelar que um grupo de promotores e procuradores escreveu pedido coletivo solicitando que todos os membros do MP recebam a vacina contra a covid-19 antes da população em geral. O pedido foi recebido pelo procurador-geral, que informou que iria encaminha-lo pessoalmente ao governador de São Paulo.

Nesta quinta-feira, um dia após o teor da reunião ter se tornado público, Sarrubbo confirmou o que informa a reportagem e o Diário Oficial, mas explicou que jamais teve a intenção de fazer o que disse que faria ao procurador e conselheiro superior do MPSP Arual Martins.

Leia a reportagem completa no Brasil de Fato


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