Negligência

Faltam equipamentos de proteção para os profissionais da saúde em São Paulo

Desde o dia 16 de março, Sindicato dos Servidores Municipais contabilizam mais de 200 denúncias de funcionários reclamando da falta de insumos como máscaras e luvas

TVT/Reprodução
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Apesar do risco de contágio, profissionais de saúde ainda não têm acesso a equipamentos de alta proteção, como nos demais países

São Paulo – Nem todos os profissionais de saúde, que atuam na cidade de São Paulo estão providos dos equipamentos de proteção individual para evitar o risco de contágio pelo coronavírus durante o expediente. É o que denunciam o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e o Sindicato dos Servidores Municipais (Sindsep) em reportagem ao Seu Jornal, da TVT

De acordo com o presidente do Simesp, Eder Gatti, são considerados como equipamentos de proteção individual, máscaras faciais de uso hospitalar, óculos, gorros, aventais e luvas descartáveis. “Se esses profissionais atenderem sem esse equipamento, eles poderão adoecer. Médicos e enfermeiros sairão da linha de frente (do tratamento dos doentes) para fazer sua recuperação e isolamento”, alerta Gatti. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também tem demonstrado preocupação com a falta de insumos no mundo e não só para profissionais da saúde, mas para todos os trabalhadores que possam ter contato com o novo coronavírus, mesmo que indiretamente. Aqui no Brasil, apenas na capital paulista, o Sindsep já contabiliza, desde o dia 16 de março, mais de 200 denúncias de funcionários públicos de diversas áreas reclamando da falta de proteção. 

O presidente do Sindsep, Sérgio Antiqueira, afirmou que, nesta terça (24), a secretaria estadual de Saúde confirmou que não está conseguindo fazer a compra desses insumos. “É hora de o Estado fazer a intervenção necessária”, propõe Antiqueira.

Assista à reportagem da TVT


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