Interior de Minas

Eleição em Juiz de Fora tem Margarida Salomão, do PT, e Wilson Rezato, do PSB, no segundo turno

Petista ficou na frente, com 39,46% dos votos, enquanto seu adversário chegou a 22,96%, confirmando as pesquisas de intenção de voto na cidade mineira

Divulgação
Margarida Salomão saiu na frente na disputa com Wilson Rezato para a prefeitura de Juiz de Fora

São Paulo – A eleição para a prefeitura de Juiz de Fora (MG) também será definida no próximo dia 29, em segundo turno. A deputada federal Margarida Salomão (PT) vai disputar o cargo com o empresário Wilson Rezato (PSB). Professora universitária e escritora Margarida, e seu vice, o vereador Kennedy Ribeiro (PV), receberam 39,46% dos votos. Rezato tem como candidato a vice-prefeito o coronel da reserva da Polícia Militar, Alexandre Nocelli (DEM). Contaram com 22,96% dos votos.

Ione Barbosa (Republicanos) teve 21,83% dos votos. A delegada Sheila Oliveira (PSL) ficou com 10,04%. Os demais candidatos não passaram da casa de um dígito. Eduardo Lucas (DC) teve 1,56%. Aloízio Penido (PTC), 0,95%. Participaram ainda Lorene Figueiredo (Psol), 0,92%; Marcos Ribeiro (Rede), 0,75%; general Marco Felicio (PRTB), com a candidatura sub judice, teve 0,70%, mesma votação de Fernando Elioterio (PCdoB). Victória Mello (PSTU), ficou com 0,14%. Votos brancos somaram 4,23% e nulos, 8,13%. As abstenções chegaram a 27,78% na eleição para a prefeitura de Juiz de Fora.

Zona da Mata

Com cerca de 569 mil habitantes (IBGE), Juiz de Fora fica na Zona da Mata Mineira, a cerca de 280 quilômetros da capital, Belo Horizonte. Os principais setores da economia da cidade são serviços, comércio e a indústria de transformação.

Juiz de Fora é a cidade onde o atual presidente Jair Bolsonaro tomou uma facada, durante a campanha eleitoral, em 2018. Adélio Bispo de Oliveira confessou ser o autor do atentado e permanece preso até hoje.

Em depoimento à Polícia Federal e psiquiatras do presídio federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Adélio disse ter participado de manifestações contra o PT e que cogitava se filiar à direita antes do atentado.