Ibope por regiões

Haddad passa de 11% para 19% no Sul e lidera em sete estados do Nordeste

No Norte e Centro-Oeste, candidato do PT cresceu cinco pontos, enquanto Bolsonaro oscilou um ponto

Ricardo Stuckert
Haddad Nordeste

No Nordeste, Haddad cresceu de 31% para 34% e só não aparece na frente no Ceará

São Paulo – A pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24) mostra que Fernando Haddad (PT) cresceu em todas as regiões do país. Ele saiu de 19%, na última pesquisa, para 22% das intenções de voto. Na região Sul, que registrou maior crescimento, o candidato do PT passou de 11% para 19%, enquanto Jair Bolsonaro (PSL), que lidera nacionalmente, caiu oito pontos percentuais, de 38% para 30%, na média dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Nestes três estados, que respondem por 15% do eleitorado, Ciro Gomes (PDT) oscilou de 7% para tem 9%. Geraldo Alckmin (PSDB) e Alvaro Dias (Pode), com 7% e 6%, respectivamente, mantiveram os índices da pesquisa anterior. Marina Silva (Rede) oscilou de de 4% para 2%. 

No Nordeste, com 27% do eleitorado, Haddad lidera em sete dos nove estados, e cresceu de 31% para 34%. No Ceará, Ciro aparece em primeiro, com 39%, enquanto Haddad tem 21% e Bolsonaro, 15%. Em Alagoas, Haddad aparece com 28% e Bolsonaro tem 22%, empatados no limite da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais. Na região, Ciro faz 18%; Marina, 5% e Alckmin tem apenas 4%. 

Com 38%, é no Piauí que Haddad registra a maior diferença em relação ao segundo colocado, Ciro, que tem 15%, tecnicamente empatado com Bolsonaro, com 14%. Já na Bahia, o candidato do PT vai a 33%, seguido pelo nome do PSL, com os mesmos 14%. Marina tem 12%, Ciro, 9%, e Alckmin 6%.

Nas regiões Norte e Centro-Oeste, que somadas também representam 15% dos eleitores brasileiros, Haddad cresceu de 15% para 20%, enquanto Bolsonaro oscilou de 32% para 33%. Alckmin tem 9%, Ciro, 8% e Marina, 7%. 

No Sudeste, que concentra 43% do eleitorado, Haddad oscilou de 15% para 16%. Bolsonaro também oscilou dentro da margem de erro, de 29% para 31%. Ciro e Alckmin aparecem empatados com 10%, e Marina tem 5%.