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Balanço

Manhã de eleições teve três atentados, 786 urnas substituídas e 305 ocorrências

No total, conforme registro do TSE, foram presos 21 candidatos em todo o país e 123 eleitores, fora autuações que não resultaram em detenções. Ataques a urnas foram registrados no Rio e no Maranhão
por Hylda Cavalcanti, da RBA publicado 02/10/2016 13h30, última modificação 02/10/2016 16h24
No total, conforme registro do TSE, foram presos 21 candidatos em todo o país e 123 eleitores, fora autuações que não resultaram em detenções. Ataques a urnas foram registrados no Rio e no Maranhão
PAulo Pinto / Fotos Públicas

Brasília – Balanço dos boletins divulgados ao longo da manhã pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a abertura das urnas, às 8h, registrou que até o meio-dia de hoje (2), as eleições municipais tiveram casos de violência no Rio de Janeiro e no Maranhão. No Rio de Janeiro, duas ocorrências: o primeiro, no início da manhã, numa escola em Angra dos Reis, que foi invadida por pessoas armadas atirando contra as urnas. As seções eleitorais foram transferidas para outro local. No segundo caso, pouco depois das 11h, pessoas armadas na zona Sul do Rio atiraram em duas urnas, que tiveram de ser trocadas.

No Maranhão, ocorreu um ataque durante a madrugada – foi o terceiro da semana no estado, que vive uma onda de violência desde o início da semana. O atentado deste domingo foi cometido na região metropolitana de São Luís, numa escola da rede municipal de ensino do município de São José de Ribamar.

No total, técnicos dos tribunais eleitorais registraram a substituição de 786 urnas substituídas por problemas apresentados em vários estados nestas pouco mais de quatro horas de realização das votações.

Já em relação aos casos de prisões e atuações, foram registradas 305 ocorrências diversas, propaganda proibida e práticas de compra de votos.

Deste total, 21 candidatos e 142 eleitores foram presos. No caso dos candidatos, quatro deles estavam realizando boca de urna quando foram detidos, 14 estavam divulgando propaganda eleitoral (o que não é mais permitido hoje) e um último por motivo ainda não informado pela Justiça eleitoral.

As prisões, tanto de eleitores como de candidatos, foram registradas nos estados de  prisões de Minas Gerais, Pernambuco, Rio de janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte, Goiás, Mato Grosso, Pará, Piauí e Roraima.

Outros 19 candidatos foram autuados, mas sem que os casos os levassem à prisão. Entre eleitores, foram registrados outros 123 ocorrências de igual gravidade.

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