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1º de Maio

Sindicalista prega unidade entre centrais para manter direitos

por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 01/05/2016 14h09, última modificação 01/05/2016 22h19
Marcia Minillo/RBA
Anhagabaú

Ato convocado pela CUT, CTB e Intersindical em São Paulo teve também dirigente da UGT

São Paulo – O ato de 1º de Maio no Anhangabaú, em São Paulo, é convocado pelas centrais CUT, CTB e Intersindical, mas o secretário-geral da UGT, Francisco Canindé Pegado, esteve presente e pediu unidade entre as entidades para que não haja perda de direitos sociais e trabalhistas. "O caminho para o movimento sindical é manter-se unido. Qualquer que seja a situação, os direitos dos trabalhadores têm de ser garantidos."

Entre dirigentes sindicais, há posições favoráveis e contrárias ao impeachment, o que levou a divergências internas entre algumas centrais. "Tem de separar partido de sindicato", comentou Pegado. "Sindicato tem de negociar. Depois (do processo) todo mundo tem de estar junto de novo."

Na semana passada, o presidente da UGT, Ricardo Patah, participou de reunião com o vice-presidente, Michel Temer, que recebeu uma pauta de reivindicações. Também estavam lá o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (SD-SP), favorável ao impeachment e articulador do encontro, e ainda os presidentes da CSB, Antonio Neto (que é do PMDB), e da Nova Central, José Calixto. A reunião foi mal vista por outras centrais. Hoje, Neto participou do 1º de Maio da Força na Praça Campo de Bagatelle, zona norte de São Paulo.