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'Vamos fazer o maior 1º de Maio da nossa história', diz Vagner Freitas

CUT promete realizar uma assembleia nacional em defesa da democracia dos e direitos trabalhistas
por Redação publicado 19/04/2016 10h39
CUT promete realizar uma assembleia nacional em defesa da democracia dos e direitos trabalhistas
Paulo Pinto/Agência PT
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Freitas: 'Queremos dizer para Eduardo Cunha que nós vamos persegui-lo até que seja preso'

CUT – Mesmo com a admissão do pedido de abertura de impeachment da presidenta Dilma na Câmara dos Deputados, o dia 17 de abril de 2016 foi um dia histórico de mobilizações da classe trabalhadora pelo Brasil em defesa da democracia.

Agora a ação segue para o Senado, que é quem vai dizer se o processo deve ou não ser instaurado. Antes disso, é montada uma comissão com 42 senadores, sendo 21 titulares e 21 suplentes, que terá dez dias para elaborar um parecer. A presidenta só será intimada e afastada caso o plenário decida que o processo deva ser instaurado.

Diante de milhares de manifestantes que se encontravam na Esplanada dos Ministérios,

"Se estão pensando que vão nos derrotar com o voto desse Congresso corrupto, estão muito enganados. Queremos dizer para esse presidente da Câmara que nós vamos persegui-lo até que seja preso", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, logo após a votação de domingo.

Vagner conclamou a todos para a mobilização do 1º de Maio, quando será realizada uma assembleia nacional dos trabalhadores e trabalhadoras em defesa da democracia e dos direitos trabalhistas. "Vamos fazer o maior 1º de Maio da nossa história, pela democracia e com o Cunha na cadeia", ressaltou.

O presidente disse também que a CUT fará resistência no Senado a essa tentativa de golpe contra a presidenta Dilma. "Vamos fazer a resistência depois da maior unidade da esquerda. Somos o sal da terra desse Brasil e defensores da democracia. Não vamos aceitar o golpe", reiterou.