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parcimônia

'Há sinais de que direita quer forjar confrontos no dia 13', diz Frente Brasil Popular

Rede pede que militantes que defendem a democracia evitem conflitos no domingo: “O povo brasileiro sabe muito bem quem patrocina a violência contra os trabalhadores e contra a democracia”
por Redação RBA publicado 10/03/2016 15h40, última modificação 10/03/2016 16h05
Rede pede que militantes que defendem a democracia evitem conflitos no domingo: “O povo brasileiro sabe muito bem quem patrocina a violência contra os trabalhadores e contra a democracia”
Danilo Ramos/RBA
Ato

Frente Brasil Popular reforçou a convocatória para que militantes participem dos atos nos dias 18 e 31

São Paulo – A rede de organizações sociais Frente Brasil Popular, que está organizando uma série de atos em defesa da democracia, publicou nota hoje (10) afirmando que organizações ligadas à direita querem forjar conflitos durante o protesto de movimentos pró-impeachment, marcados para domingo (13), e pediu que os militantes de movimentos sociais evitem provocações.

“Há sinais cada vez mais evidentes de que as forças de direita querem forjar confrontos no dia 13 de março. Para evitar as provocações é necessário unidade, organização e vigilância”, diz o texto. “O povo brasileiro sabe muito bem quem patrocina a violência contra os trabalhadores e contra a democracia.”

Na nota, a Frente Brasil Popular reforça a convocatória para que militantes de movimentos sociais participem das atividades em defesa da democracia, já marcadas para os próximos dias 18 e 31, e afirma que se solidariza com atividades descentralizadas convocadas para o dia 18.

O presidente do PT, Rui Falcão, compartilhou a nota em seu perfil pessoal no Facebook e reforçou o pedido para que militantes não realizem atos paralelos no domingo. “Todos aqueles que lutam pela democracia participarão, organizadamente, das manifestações convocadas pela Frente Brasil Popular para os dias 18 e 31 de março.”

Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) proibiu manifestações pró-Dilma na Avenida Paulista no mesmo horário dos atos pelo impeachment já agendados, por questões de segurança. Segundo ele, os protestos contra o governo já estavam marcados há mais de um mês.