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Ministro Rossetto justifica ausência de Dilma nos 36 anos do PT e nega distanciamento

“A presidenta Dilma é a maior filiada do nosso partido, e toda reflexão é no sentido de contribuir positivamente para o sucesso do governo', afirmou
Publicado por Redação RBA
17:55
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Rafael Carvalho / MDA
Miguel Rossetto por Rafael Carvalho_1.jpg

Rossetto lembrou que Dilma estabeleceu prioridade de retomar o crescimento, trabalho e emprego

Rio de Janeiro – O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, afirmou hoje (27) que não há distanciamento entre o PT e a presidenta Dilma Rousseff. Segundo o ministro, a relação do partido com o governo federal é de “total confiança e disposição de colaboração”. Rossetto fez a afirmação durante evento de comemoração dos 36 anos do PT, no Rio de Janeiro, ao comentar a ausência de Dilma, que está no Chile.

“A presidenta Dilma é a maior filiada do nosso partido, e toda reflexão do partido é no sentido de contribuir positivamente para o sucesso do governo da presidenta Dilma Rousseff. A presidenta Dilma abre o ano de 2016 estabelecendo uma prioridade clara: voltar ao crescimento econômico, geração de trabalho e emprego no país. E o PT, como de resto os demais partidos da base do governo, trabalha ativamente para colaborar com esse objetivo prioritário da presidenta Dilma Rousseff ainda em 2016”, disse Rossetto.

De acordo com o ministro, os documentos apresentados ontem (26) pelo Diretório Nacional do PT não são contraditórios com as políticas do governo federal. “O governo está no rumo certo, na medida em que há uma prioridade estabelecida pela presidenta Dilma Rousseff para 2016, que é recuperar crescimento econômico, trabalho e emprego. Esse é o objetivo central determinado pela presidenta Dilma para todo o seu governo. E os partidos buscam colaborar, com suas propostas, para que o governo atinja esse objetivo maior para o nosso país.”

Pochmann critica sistema tributário

O presidente da Fundação Perseu Abramo (FPA), Marcio Pochmann, destacou a não remuneração dos palestrantes do Seminário de 36 anos do PT, evento encerrado há pouco no Rio de Janeiro.

Pochmann disse também que a fundação é financiada por 20% dos recursos do partido, recebidos do Fundo Partidário. “E como o sistema tributário do país é regressivo são os pobres que financiam o Estado; quem financia tudo o que foi feito aqui hoje são os trabalhadores pobres”, afirmou, ao enfatizar que o conhecimento é estratégico para a vida política.

O seminário foi realizado no Hotel Windsor Guanabara, na av. Presidente Vargas, e contou com a participação de líderes e intelectuais ligados ao partido, como a psicanalista Maria Rita Kehl, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, da professora e urbanista, Ermínia Maricato, do professor e economista, Ladislau Dowbor, da psicanalista Maria Rita Kell e do professor e economista Eduardo Fagnani, entre outros. As mesas discutiram os desafios das cidades, transformações do capitalismo global e os rumos das esquerdas no Brasil.

À partir das 18h será realizado no Armazém da Utopia – av. Rodrigues Alves, Cais do Porto – show com Diogo Nogueira e Bateria da Portela. A presença do ex-presidente Lula no evento está confirmada.

Com Agência Brasil

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