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Sem fundamento

Parecer entregue por Reale Júnior a Aécio descarta impeachment de Dilma

Documento afirma que ‘não há indícios’ para se impetrar a medida contra a presidenta. PSDB declara que tema não está mais na agenda
por Redação RBA publicado 21/05/2015 09h14, última modificação 21/05/2015 10h56
Documento afirma que ‘não há indícios’ para se impetrar a medida contra a presidenta. PSDB declara que tema não está mais na agenda
George Giani / PSDB
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Com parecer de jurista, Aécio e PSDB descartam definitivamente ofensiva por impeachment de Dilma

Brasília – O parecer feito pelo jurista Miguel Reale Júnior sobre a possibilidade de impeachment da presidenta Dilma Rousseff admite que não há indícios suficientes para se entrar com a ação. O documento, que vinha sendo aguardado com ansiedade pela oposição, foi encaminhado no início da noite de ontem (20) para o gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB.

“Não é agenda para agora”, afirmou Neves, ao se referir ao impeachment. O senador destacou que vai divulgar o teor do documento aos demais partidos numa reunião que está sendo programada para os próximos dias.

Recuo

Pouco antes do envio do parecer de Reale Júnior, líderes do PSDB já tinham adiantado, tanto no Senado como na Câmara dos Deputados, que a legenda tinha recuado do pedido de  impeachment a partir desse parecer e estaria mais disposta a estudar o ajuizamento de alguma outra ação contra a presidenta.

Conforme informações do próprio senador, o texto de Reale Júnior afirma que os indícios de possíveis responsabilizações da presidenta são "cada vez maiores", mas apresenta outras medidas judiciais que podem vir a ser adotadas contra Dilma, excluindo o impeachment.

De acordo com Aécio Neves, “a oposição agirá unida e não poupará esforços para desgastar o governo petista com críticas a ações que podem culminar com um eventual pedido de impedimento da presidente da República”.

Com agências