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Aprovação a Dilma sobe nove pontos e vai a 54%, segundo pesquisa

Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria mostra que avaliação positiva da presidenta também mostra recuperação, após queda registrada no período das manifestações
por Redação RBA publicado 27/09/2013 11h34, última modificação 27/09/2013 12h25
Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria mostra que avaliação positiva da presidenta também mostra recuperação, após queda registrada no período das manifestações
Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma pesquisa

Confiança na presidenta também voltou a crescer, passando de 45% para 52%

São Paulo – A aprovação pessoal da presidenta Dilma Rousseff, que havia caído após as manifestações de rua, mostrou sinais de recuperação, subindo de 45%, em julho, para 54%, segundo pesquisa em parceria com o Ibope divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Assim, 54% aprovam e 40% desaprovam Dilma (ante 49% há dois meses), enquanto 6% não souberam responder.

Ainda segundo a pesquisa, o percentual de avaliação positiva ao governo aumentou seis pontos em relação a julho: 37% consideram o governo ótimo ou bom, ante 31% no levantamento anterior. Outros 39% consideram a gestão regular e, 22%, ruim ou péssima.

O percentual de confiança na presidenta também voltou a superar os 50% – passou de 45% para 52%. Os que não confiam caíram de 50% para 43%.

A pesquisa também detectou melhora para Dilma na comparação com o governo Lula, mas as oscilações ocorreram dentro da margem de erro. Os que consideram os dois governos iguais foram de 42% para 44%, enquanto os que veem a gestão Dilma melhor passou de 10% para 13%. Para 42%, a administração Lula foi melhor, ante 46% em julho.

Consideradas as regiões, o maior índice de avaliação positiva a Dilma está no Nordeste, com 46% de ótimo/bom, e o menor no Sul, com 31%. Os percentuais chegam a 35% no Sudeste e a 34% no Norte/Centro-Oeste. No recorte por renda, 47% dos que ganham até um salário mínimo avaliam positivamente o governo. O índice vai a 42% para quem recebe mais de dez mínimos e oscila entre 36% e 37% nas faixas intermediárias.

Quando a pergunta é sobre aprovação à presidenta – 54% na média –, o maior índice também é do Nordeste (66%), seguido do Norte/Centro-Oeste (53%), Sudeste (50%) e Sul (47%). Também na faixa de menor renda, até um salário mínimo, está a maior aprovação: 66%. O menor índice, de 48%, fica no estrato entre dois e cinco mínimos.

Entre as áreas de atuação – item não incluído na pesquisa de julho, que teve caráter excepcional –, o levantamento mostra queda na aprovação em relação a junho. A maior variação foi no item taxa de juros: o percentual de desaprovação subiu de 54% para 71%. No item educação, a avaliação negativa foi de 51% para 65%. A desaprovação é de 77% em saúde e 74% em segurança pública. No combate ao desemprego, que vinha tendo avaliações positivas, a aprovação caiu de 52% para 39% e a desaprovação, de 45% para 57%. A única área com saldo positivo é a do combate à fome e à pobreza (51%).

O Ibope fez 2.002 entrevistas em 142 municípios, dos dias 14 a 17.