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Kassab apresenta diretrizes do PSD a Dilma e a presidentes da Câmara e do Senado

por Redação da RBA publicado 18/08/2011 16h44, última modificação 18/08/2011 18h21

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o presidente do Senado, José Sarney, durante encontro para apresentar diretrizes do novo partido de Kassab (Foto: Antonio Cruz/Abr)

São Paulo - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM), foi a Brasília nesta quinta-feira (18), especialmente para tentar viabilizar a formação de seu novo partido, o PSD. Kassab entregou à presidenta Dilma Rousseff e ao presidente do Senado, Josér Sarney (PMDB-AP), as diretrizes do partido e reiterou a posição de independência da sigla.

“Nosso nascimento não tem nenhuma vinculação de posicionamento. Volto a repetir, seremos independentes”, disse Kassab, que é o articulador da criação da nova legenda. Segundo ele, a presidenta Dilma disse que o governo terá uma relação republicana com o PSD "respeitando as diferenças e nossas convicções", ressaltou.

Acompanhado de deputados e dirigentes do futuro partido em uma reunião com José Sarney, Kassab afirmou que fez a visita foi por questões protocolares. E que, após a primeira reunião de lideranças o PSD, realizada na quarta-feira (18), ele queria mostrar os objetivos do partido aos chefes do Executivo e do Legislativo.

O senador Sérgio Petecão (PMN-SC), que pretende transferir-se à sigla do prefeito de São Paulo, disse que a expectativa é formalizar o PSD até outubro, para que seus filiados possam concorrer nas eleições de 2012.

"Não existe questionamento legal que nos impeça de criar o partido, os questionamentos são, na verdade, tentativas de protelar (o registro da legenda) e evitar que o PSD participe das eleições do ano que vem", disse o parlamentar, em referência às impugnações apresentadas contra a criação da legenda".

Já na Câmara, Kassab encontrou-se com o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), para expor uma de suas preocupações: o espaço físico para o PSD. A comitiva que acompanhou o prefeito de São Paulo pleitea condições para que o partido tenha direitos como os de qualquer outra sigla. "Isso tudo vai implicar espaço físico para acomodar essa bancada, vagas nas comissões para participação dos parlamentares proporcionalmente. Essas questões formais internas são a preocupação agora", afirma Arolde de Oliveira (DEM-RJ).

Com agências