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Site promete discussões políticas, 24 horas por dia, até o dia da votação

por virginiatoledo publicado , última modificação 28/10/2010 18h25

São Paulo - Iniciada nesta quinta-feira (28) a programação do site "48 horas Democracia" promete discussões sobre expectativas para a votação e os resultados da eleição. Até domingo (28), diversos convidados farão parte dos debates da "cobertura cidadã". O primeiro participante foi o diretor da Editora Atitude, responsável pela Revista do Brasil e pelo site Rede Brasil Atual, Paulo Salvador.

A transmissão do site será feita durante os dias que antecedem o pleito – desta quinta-feira (28) até o próximo domingo (31). Entre os convidados, estiveram o ator José de Abreu e o jornalista Lino Bochinni, criador do blog "Falha de S. Paulo". Clique aqui para acompanhar.

Ele lembrou do cenário político de quando a Revista do Brasil foi criada em 2006. Da agitação no jornalismo em torno da reeleição do presidente Lula e o teor das matérias publicada à época . Salvador conta que a publicação nasceu para oferecer um outro ponto de vista, de conteúdo mais democrático, claro e com maior representatividade social.

" A revista manteve sua linha editorial desde o inicio. Com conteúdo sobre cidadania, prestação de serviços e o mundo do trabalhador", avalia. O diretor também comentou o episódio de censura à edição 52 da Revista do Brasil, que a pedido do PSDB, teve sua circulação suspensa. "O episódio é censura pura mesmo. Não tem outra definição", classifica.

Ele explicou que a decisão dos editores de posicionar o veículo em favor da candidata do PT, Dilma Roussef, foi resultado de estudos e comparações entre os dois governo (PT e PSDB) e nos resultados sociais e econômicos atingidos por eles.

Perguntado pelos jornalistas Renato Rovai e Rodrigo Savazoni, sobre o episódio em que o repórter João Peres da Rede Brasil Atual sofreu xingamentos por parte do senador eleito pelo PSDB-SP Aloysio Nunes, Salvador disse que além de irresponsável, o episódio pode ocasionar um estímulo a tratamentos semelhantes. "O perigo agora é de incentivar tipos de assédio como este, por qualquer motivo que venham a se indispor", alertou.

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