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Ativistas franceses pedem o fim da pena de morte em 60 países

Estados Unidos, China e Irã estão entre os que adotam medida extrema contra condenados
por Renata Giraldi, da Agência Brasil* publicado 10/10/2012 09h18, última modificação 10/10/2012 10h35
Estados Unidos, China e Irã estão entre os que adotam medida extrema contra condenados

Brasília – Profissionais liberais, funcionários públicos e ativistas promoveram ontem (9) ato em defesa do fim da pena de morte no mundo, em Paris, na França. Os manifestantes conseguiram a adesão de estrangeiros, como advogados de condenados iranianos, chineses, japoneses e norte-americanos, além de um ex-condenado à morte marroquino.

O protesto pacífico pretende chamar a atenção de autoridades de 60 países e territórios nos quais há a pena de morte. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, enviou mensagem informando que a entidade "pretende fazer tudo para que a pena de morte desapareça".

O secretário disse que há situações nas quais as execuções passam pelas fronteiras. Como exemplo, citou a China que, segundo ele, executou cerca de 5 mil pessoas cumprindo sentenças de pena de morte.

O presidente da França, François Hollande, apoiou o movimento. Segundo ele, a pena de morte é "ineficaz, irreversível e desumana".

* Com informações da agência pública Lusa, de Portugal


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