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Nigéria promete intensificar combate a ataques a bomba

Explosões em igrejas católicas no dia de Natal foram reivindicadas por grupo extremista muçulmano e mataram 39. No mês, são 65 vítimas no país localizado no norte da África
por Redação da RBA publicado 26/12/2011 16h20
Explosões em igrejas católicas no dia de Natal foram reivindicadas por grupo extremista muçulmano e mataram 39. No mês, são 65 vítimas no país localizado no norte da África

São Paulo – Depois de enfrentar três explosões no domingo de Natal (25), a Nigéria promete uma cúpula de segurança para o início de 2012. Pelo menos 39 pessoas morreram, segundo o governo do país africano. Segundo agência internacionais, a primeira explosão aconteceudurante a Missa do Galo na Igreja Santa Teresa, em Madalla, próximo à capital Abuja. As cidades de Jus, na região central da Nigéria, e Gadaka, no nordeste do país, também sofreram detonações.

O presidente Goodluck Jonathan decidiu convocar a reunião após reunião com chefes das forças de segurança e do Exército. O mandatário estuda declarar 2012 como o "ano da segurança". Em dezembro, o governo calcula em 65 as vítimas de explosões e confrontos armados.

Os ataques de domingo foram revindicados pelo grupo fundamentalista islâmico Boko Haram, de acordo com a agência de notícias Associated Press. O grupo é apontado por autoridades do país como responsável pela morte de 465 pessoas em diferentes atentados, incluindo o realizado em agosto deste ano contra a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), na capital do país.

O porta-voz do grupo, Abul Qaqa, declarou a um jornal local que o grupo armado está atuando de maneira simultânea em toda a Nigéria. Entre as bandeiras dos extremistas está a adoção de leis muçulmanas pelo país. Em 2010, uma série de ataques na véspera do Natal vitimaram 32 pessoas e deixaram 70 feridos.

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, condenou os ataques a igrejas católicas. Ele manifestou "toda a solidariedade" ao país.

Com informações da Opera Mundi

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