Em São Paulo

Professores da rede particular avaliam proposta do TRT nesta quarta

Categoria realiza assembleia, às 18h, para avaliar proposta de reajuste salarial de 2,14% a partir de 1º de março, entre outros pontos apresentados pelo tribunal. Sindicato patronal aceitou

sinpro-sp/divulgação
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Protesto de professores da rede particular de ensino de São Paulo tornou público que escolas querem adotar ‘reforma’ trabalhista, desprezando a qualidade da educação

São Paulo – Os professores da rede particular de ensino no estado de São Paulo realizam nesta quarta-feira (6), a partir das 18h, assembleia para avaliar proposta feita ontem pelo Tribunal Regional do Trabalho do Trabalho de São Paulo (TRT-2) para pôr fim às mobilização da categoria por reajuste salarialNa audiência de conciliação entre representantes dos professores e das escolas (Sieeesp), na terça-feira (5), o desembargador-relator, Fernando Álvaro Pinheiro, apresentou proposta contendo reajuste salarial de 2,14% a partir de 1º de março, pagamento de participação nos lucros de 15% do salário bruto e pagamento dos dias parados mediante compensação, além de manutenção das condições estabelecidas até a véspera da data-base.

As partes se comprometeram a realizar assembleias para apreciação da proposta e deverão comunicar o resultado em um prazo de 24 horas das reuniões realizadas em São Paulo, e até a próxima quarta-feira (13), com relação às demais assembleias. O sindicato patronal informou na tarde de hoje que aceitou a proposta conciliatória.

Antes da audiência, os professores fizeram manifestação em frente a sede do TRT-2, motivados pelo fato de a entidade patronal ter voltado atrás em relação ao acordo firmado com o Sindicato dos Professores (Sinpro-SP), na última quinta-feira (31), de que manteria a convenção coletiva da categoria.