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Produção industrial fica estável em agosto

Setores de alimentos e veículos automotores foram destaques positivos no mês. O segmento automobilístico cresce 11% no ano. Segundo o IBGE, atividade acumula alta de 1,6% em 2013 e de 0,7% em 12 meses
por Redação RBA publicado 02/10/2013 09h30, última modificação 02/10/2013 09h38
Setores de alimentos e veículos automotores foram destaques positivos no mês. O segmento automobilístico cresce 11% no ano. Segundo o IBGE, atividade acumula alta de 1,6% em 2013 e de 0,7% em 12 meses

São Paulo – A produção industrial ficou estável de julho para agosto (0%), informou hoje (2) o IBGE, após uma queda e uma alta nos dois meses anteriores. Na comparação com agosto do ano passado, a atividade recuou 1,2%, interrompendo quatro resultados positivos seguidos. No acumulado do ano, o instituto registra avança de 1,6%. Em 12 meses, a expansão é de 0,7%, o que de acordo com o IBGE "manteve a trajetória ascendente iniciada em dezembro do ano passado (-2,6%) e assinalou o resultado positivo mais elevado desde outubro de 2011 (1,4%)".

No mês, três das quatro categorias e 15 dos 27 ramos pesquisados tiveram crescimento. A produção nos setores de alimentação e veículos automotores, por exemplo, subiu 2,5% e 1,7%, respectivamente, revertendo as quedas de julho. Outro destaque foram máquinas e equipamentos (1,2%), vestuário e acessórios (7,2%), edição, impressão e reprodução de gravações (2,1%) e metalurgia básica (1,0%), que também haviam caído no mês anterior. Entre as quedas, a indústria farmacêutica recuou 5,6% em agosto, acumulando recuo de 18,8% em dois meses. Também registraram resultados negativos bebidas (-3,1%), outros equipamentos de transporte (-3,7%), perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (-5,1%) e fumo (-7,7%).

Já na comparação com agosto de 2012 (-1,2%), três das quatro categorias e 18 das 27 atividades mostraram resultados negativos. O setor farmacêuticos recuou 22%, pressionado, segundo o IBGE, "pela redução na produção de aproximadamente 65% dos produtos investigados, com destaque para a menor fabricação de medicamentos". Bebidas e alimentos caíram 6,6% e 1,8%, respectivamente. As principais altas vieram de máquinas e equipamentos (9,3%) e refino de petróleo e produção de álcool (7,4%).

De janeiro a agosto (1,6%), o IBGE apurou taxas positivas em três das quatro categorias, 14 dos 27 ramos, 41 dos 76 subsetores e 49,4% dos 755 produtos. O setor de veículos automotores cresceu 11%. Máquinas e equipamentos teve alta de 5,6%,. Entre as quedas, estão as da industria farmacêutica (-6,9%) e da metalurgia básica (-3,0%).

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