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Mantega projeta 2012 de equilíbrio e otimismo

por Daniel Lima publicado 01/03/2012 00h00

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu nesta quinta-feira (22) que a população brasileira terá mais empregos em 2012. Além disso, a família brasileira deverá manter o consumo, sem exageros, porque o governo adotará as medidas necessárias para enfrentar os reflexos da crise global no Brasil. "A condição do brasileiro só vai melhorar", disse ao fazer um balanço da economia brasileira em 2011 e falar das perspectivas para o próximo ano.

Guido Mantega destacou ainda que o principal desafio do governo em 2012 é melhorar as condições de vida da população e evitar o contágio da crise internacional. De acordo com ele, a situação global pode se agravar com maiores consequências para o país. O ministro destacou ainda a necessidade de serem adotadas medidas que aumentem a defesa comercial ante a crise, que tem aumentado a concorrência dos produtos importados com os nacionais.

"Isso irá permitir que a indústria possa se desenvolver mais, pois é o setor que mais sofre com a crise", disse ao fazer um balanço da economia em 2011 e falar sobre as perspectivas para o não que vem. Outro desafio, segundo o ministro, é aumentar os investimentos no país para manter o crescimento sustentável da economia.

Para Mantega, a população não deve ficar preocupada com a crise e nem temer o consumo, desde que seja feito com equilíbrio. De acordo com ele, o desequilíbrio internacional ainda não atinge o Brasil. "Qual é o medo do cidadão, quando ele ouve falar em crise? É perder o emprego. E aqui no Brasil, ele só tem visto aumentar o emprego. O maior seguro para a população é o emprego. Nos Estados Unidos, é diferente. Lá o cidadão vai terminar o ano com medo de perder o emprego", disse.

Guido Mantega lembrou ainda que várias medidas, como o Programa Brasil Maior – considerado a nova política industrial brasileira – e as desonerações de impostos, vão ter reflexos na economia em 2012. "O ano de 2011 foi melhor do que 2010 e 2012 será melhor do que 2011. O brasileiro vai continuar com emprego", frisou.

Fonte: Agência Brasil