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Lula considera satisfatório desempenho da economia em 2009

por Daniel Lima publicado 11/03/2010 15h38, última modificação 11/03/2010 15h40

O ministro da Fazenda, Guido Mantega comenta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) (

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considerou satisfatório o desempenho da economia em 2009. A informação foi dada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que despachou nesta quinta-feira (11) cedo com o presidente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do governo federal.

No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) ficou em R$ 3,143 trilhões, com queda de 0,2% em relação ao  ano anterior. No quarto trimestre de 2009, entretanto, o PIB cresceu 2% em relação ao terceiro trimestre. Na comparação com igual período de 2008, o crescimento foi de 4,3%.

“O presidente disse que estava satisfeito com os números, que o Brasil teve um excelente desempenho em 2009, ano de crise. E é bom lembrar porque tem gente que esquece”, afirmou o ministro da Fazenda.

Ele disse ainda que o presidente Lula preocupa-se mais com o presente do país do que com o resultado da economia no ano passado, principalmente com relação ao último trimestre do ano, quando a economia registrou crescimento de 2% em comparação aos trimestres anteriores.

“O último trimestre do ano passado tem uma interferência forte no presente. Já é um período mais próximo. Mostrei a ele [Lula] que foi um excelente crescimento, e ele ficou satisfeito. Mostrei ainda a comparação com outros países, e ele viu que o Brasil teve um excelente desempenho em comparação a outros países”, disse Mantega.

O presidente Lula se interessou também em saber se o crescimento deste ano é sustentável ou poderia gerar inflação, como temem alguns analistas. De acordo com Mantega, o presidente foi informado de que o crescimento é sustentável, sim. Sobre a inflação registrada no início do ano, Mantega disse que os índices de março estarão muito menores do que os de janeiro e fevereiro.

Fonte: Agência Brasil

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