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Reforma do Maracanã se limitará a exigências da Fifa, diz Luciano Coutinho

por Isabela Vieira publicado 22/10/2009 19h10, última modificação 22/10/2009 19h10

Brasília - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse nesta quinta-feira (22) que o financiamento para a reforma do Estádio do Maracanã, zona norte do Rio, só deve abranger as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), excluindo itens de conforto.

“Nós temos um certo limite. Queremos financiar aquelas exigências mínimas da Fifa. Tudo a mais, que corresponde a determinadas condições de conforto e recursos especiais, tem que ter mercado para isso e acho que a iniciativa privada vai responder”, afirmou em entrevista coletiva, na sede do banco, no Rio.

Coutinho explicou que o BNDES tem uma linha de financiamento para as arenas, “mas com limitantes”. Sem antecipar de quanto seria o empréstimo para o Maracanã, o que ainda estaria e negociação, ele cobrou mais engajamento da iniciativa privada na reforma do estádio.

“Esperamos que o setor privado se engaje  processo. O Maracanã é um estádio especial, numa cidade especial, tem capacidade de gerar receitas e pode ser feito [a reforma] por meio de uma parceria público-privada”.

O governo do Rio estuda licitar o empreendimento. Diante da possibilidade de o BNDES reformar o estádio, a concorrência, prevista para semana passada, foi suspensa e ainda não tem nova data. De acordo com a Secretaria Estadual de Turismo, as obras devem custar cerca de R$ 430 milhões.

Fonte: Agência Brasil



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