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Economia brasileira tem retração mais branda no 1º trimestre

Produto Interno Bruto apresentou queda de 1,8% ante o mesmo período de 2008; em relação ao trimestre anterior, o recuo foi de 0,8%
por Reuters publicado 09/06/2009 10h24, última modificação 09/06/2009 10h30 © 2009 Thomson Reuters. All rights reserved. Reuters content is the intellectual property of Thomson Reuters or its third party content providers. Any copying, republication or redistribution of Reuters content, including by framing or similar means, is expressly prohibited without the prior written consent of Thomson Reuters. Thomson Reuters shall not be liable for any errors or delays in content, or for any actions taken in reliance thereon. "Reuters" and the Reuters Logo are trademarks of Thomson Reuters and its affiliated companies. For additional information on other Reuters media services please visit http://about.reuters.com/media/.
Produto Interno Bruto apresentou queda de 1,8% ante o mesmo período de 2008; em relação ao trimestre anterior, o recuo foi de 0,8%

Rio - A economia brasileira contraiu-se menos que o esperado entre janeiro e março, mas ainda assim confirmou um quadro de recessão técnica com dois trimestres consecutivos de queda. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 0,8%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (9). Sobre o primeiro trimestre de 2008, o recuo foi de 1,8%.

Economistas consultados pela Reuters previam queda de 2,6% na comparação trimestral, segundo a mediana de 25 respostas que variaram de queda de 1,2% a 3,8%.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a mediana de 26 projeções apontava queda de 2 % e os prognósticos variaram de alta de 1,5% a recuo de 3%.

Frente ao último trimestre do ano passado, a formação bruta de capital fixo - uma medida dos investimentos - despencou 12,6%. Foi a maior queda desde o começo da série histórica, iniciada em 1996.

Já o consumo mostrou alguma força. O das famílias cresceu 0,7% e o do governo teve alta de 0,6%. Entre os setores, a indústria encolheu 3,1% na comparação com o final de 2008, a agropecuária caiu 0,5% e os serviços cresceram 0,8%.

O IBGE informou ainda que a taxa de investimento ficou em 16,6% do PIB no primeiro trimestre, a menor para o período desde 2005.

Os juros futuros reagiram com alta à divulgação de que a economia estava menos fraca do que o temido na abertura do ano.

 

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