Despedida

Riachão e seu lema: a vida é dura, mas tem que ter música e alegria

O sambista Paulinho Timor, em entrevista ao “Hora do Rango”, fala sobre a importância de Clementino Rodrigues, o sambista Riachão. morto hoje aos 98 anos

Paulo Donizetti de Souza/RBA
Riachão se apresentou no Sesc Pompeia em julho passado e foi homenageado por convidados como Martinho da Vila

São Paulo – O apresentador do programa Hora do Rango, Colibri Vitta, entrevistou o sambista Paulinho Timor sobre a importância de Clementino Rodrigues, o sambista Riachão. Ele tinha 98 anos e morreu na madrugada nesta segunda-feira (30), na Bahia, de causas naturais.

Paulinho conta histórias da amizade com o sambista, lembra alguns sambas e fala do jeito do experiente sambista: “Ele costumava dizer que a vida ee dura, mas tem que ter alegria, tem que ter essa felicidade que é o samba”, disse à Rádio Brasil Atual.

Riachão é autor de clássicos como Cada Macaco no seu Galho, eternizada por Gilberto Gil e Caetano Veloso em 1972, e Vá Morar Com o Diabo, que ganhou gravação histórica de Cássia Eller em 2001.

O sambista sentiu dores no abdômen no domingo (29), Dormiu depois de medicado e foi encontrado já sem vida quando familiares foram ver como ele estava.

Confira a entrevista sobre Riachão no Hora do Rango


Confira também Riachão e seu samba da fidelidade, no Senhor Brasil