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Bancários aderem a campanha de combate a violência contra mulher

Ação faz parte da iniciativa internacional da ONU de “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”
Publicado por Redação RBA
10:40
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TVT/Reprodução
Violência contra a mulher

Nesta quarta (28), Câmara aprovou aumento da pena sobre casos de feminicídios. PL aguarda agora sanção do presidente

São Paulo – O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região iniciou campanha pelo fim do feminícidio. A iniciativa integra a ação mundial realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”, iniciada no domingo (25), para denunciar e combater esse crime. Até o dia 10 de dezembro, a entidade promoverá uma série de reportagens sobre o tema.

Só no ano passado, 87 mil mulheres morreram vítimas de feminicídio no mundo, sendo quase 60% dessas mortes cometidas por parceiros íntimos ou parentes, segundo relatório da ONU.

“A gente tem uma cultura que insiste no machismo, na objetificação das mulheres e é isso que a gente quer desconstruir nessas nossas matérias, debates, reuniões e com as nossas manifestações públicas”, afirmou a secretária-geral do sindicato, Neiva Ribeiro, ao repórter Leandro Chaves, do Seu Jornal, da TVT, sobre a adesão à campanha da ONU.

Nesta quarta-feira (28), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 3030/2015 que estabelece o aumento da pena, de 1/3 à metade, sobre casos de feminicídio que forem cometidos por agressores que estiverem cumprindo medida protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha. Hoje, o Código Penal prevê reclusão de 12 a 30 anos sobre o crime. O projeto seguirá agora para sanção presidencial.

Assista à reportagem do Seu Jornal