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agressão à chico

Dilma: 'Não podemos aceitar o ódio e a intolerância'

Presidenta prestou solidariedade, por meio do Twitter, para Chico Buarque, agredido verbalmente no Rio de Janeiro por conta de suas posições políticas
por Redação RBA publicado 23/12/2015 17h10
Presidenta prestou solidariedade, por meio do Twitter, para Chico Buarque, agredido verbalmente no Rio de Janeiro por conta de suas posições políticas
reprodução/yt
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Agressores entoavam frases como: "Vai pra Cuba!"

São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff lamentou, via redes sociais, a agressão verbal sofrida por Chico Buarque na noite de segunda-feira (21). "É preciso respeitar as divergências de opinião. A disputa política é saudável, mas deve ser feita de forma respeitosa, não furiosa", escreveu no Twitter.

O artista foi agredido por suas visões políticas após sair de um restaurante, onde jantava com amigos no Rio de Janeiro. Entre os insultos, jargões comumente escutados oriundos de grupos de direita, inclusive em setores da mídia. "Vai pra Cuba!", "Petista ladrão!", entre outros, gritavam os sujeitos.

Dentre os agressores, estavam o filho do empresário Álvaro Garneiro, conhecido como Alvarinho, e um ex-namorado da Cléo Pires, Túlio Dek. Diversas pessoas prestaram solidariedade para Chico – como o cineasta Cacá Diegues e a própria presidenta – que agiu de forma calma perante os insultos. "Minha solidariedade a Chico Buarque, um dos maiores artistas brasileiros, q foi hostilizado no Rio por conta de suas posições políticas", afirmou Dilma em outro tweet.

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva também prestou solidariedade ao artista por meio de redes sociais. " É muito triste ver a que ponto o ódio de classe rebaixa o comportamento de alguns que se consideram superiores, mas não passam de analfabetos políticos", disse em seu Facebook.