Você está aqui: Página Inicial / Cidadania / 2015 / 10 / Frente Povo Sem Medo marca ato nacional contra Cunha e o ajuste

8 de novembro

Frente Povo Sem Medo marca ato nacional contra Cunha e o ajuste

Primeira manifestação do coletivo terá como foco o afastamento do presidente da Câmara e mudanças na política econômica
por Redação RBA publicado 25/10/2015 15h58
Primeira manifestação do coletivo terá como foco o afastamento do presidente da Câmara e mudanças na política econômica
roberto parizotti/cutbr
fpsm.jpg

Mais de 30 movimentos sociais, que compõem o coletivo, decidiram pela manifestação nacional

São Paulo – A Frente Povo Sem Medo realizou quinta-feira (22), na sede nacional da CUT, em São Paulo, a primeira reunião de seus componentes, representantes de aproximadamente 30 movimentos sociais em 15 estados, e decidiu realizar seu primeiro ato nacional em 8 de novembro, pedindo o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e mudanças na política econômica do governo.

A presença do coletivo nas ruas está destacada no manifesto, divulgado no último dia 6. “No momento político e econômico que o país tem vivido se torna urgente a necessidade de o povo intensificar a mobilização nas ruas, avenidas e praças contra esta ofensiva conservadora, o ajuste fiscal antipopular e defendendo uma saída que não onere os mais pobres”, diz o texto.

A professora e secretária de Mobilização e Relação com Movimentos Sociais da CUT, Janeslei Aparecida Albuquerque, defendeu a atuação dos cutistas perante a conjuntura política, que vai de encontro às diretrizes da Frente Povo Sem Medo.

“A CUT está junto com os movimentos sociais que estão nas ruas contra a retirada dos direitos dos trabalhadores. No Congresso, dominado pelo fundamentalismo, pela bancada da bala, do latifúndio e dos bancos, a CUT tem exercido papel importante de oposição a essa direita que ataca um conjunto de direitos do campo do trabalho e dos direitos sociais e civis”, disse a dirigente.

“Esta reunião é importante, e saímos otimistas daqui. O povo brasileiro não pagará por essa crise e nem aceitará a pauta imposta pelo governo”, afirmou o coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos.

Com informações da CUT