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Acampamentos do MST são alvos de atentados no Paraná e Maranhão

“Trabalhadores foram feitos reféns e alguns espancados”, afirma direção do movimento
por Redação RBA publicado 26/08/2015 18h02
“Trabalhadores foram feitos reféns e alguns espancados”, afirma direção do movimento
MST
Acampamento Herdeiros da Terra de 1º Maio

Famílias sem-terra do acampamento Herdeiros da Terra de 1º de Maio reivindicam fazenda explorada pela Araupel

São Paulo – Acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no Paraná e no Maranhão foram alvos de ataques na madrugada de hoje (26). Segundo o movimento, homens armados dispararam contra trabalhadores. Até o momento não existem informações sobre feridos.

De acordo com a direção estadual do MST no Maranhão, “os trabalhadores foram feitos reféns e alguns espancados. Os barracos foram incendiados”. A informação é de que a milícia, que atacou o acampamento Egidio Brunetto, na cidade de Amarante, possivelmente seja comandada por fazendeiros da região.

No Paraná, os relatos apontam para mais de 30 tiros disparados contra o acampamento Herdeiros da Terra de 1º de Maio, em Rio Bonito do Iguaçu. O MST afirma que a madeireira Arapuel, proprietária das terras contratou seguranças, que frequentemente estavam ameaçando os acampados.

O movimento fez boletim de ocorrência e entrou em contato com as secretarias de Segurança Pública dos estados e com as Comissões de Direitos Humanos.