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Ministra pede providências contra autores de adesivos lesivos à imagem de Dilma

Eleonora Menicucci solicita ao Ministério Público Federal, à Advocacia Geral da União e ao Ministério da Justiça providências para investigar e responsabilizar produtores desses materiais
por Redação RBA publicado 02/07/2015 18h09, última modificação 02/07/2015 19h12
Eleonora Menicucci solicita ao Ministério Público Federal, à Advocacia Geral da União e ao Ministério da Justiça providências para investigar e responsabilizar produtores desses materiais
Elza Fiuza / ABr
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Eleonora: “Recebi as denúncias com muita indignação; é intolerável o material que violenta a imagem da presidenta"

São Paulo – A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), Eleonora Menicucci, solicitou ontem (1º) ao Ministério Público Federal, à Advocacia Geral da União e ao Ministério da Justiça providências para investigar e responsabilizar quem produz, divulga e comercializa adesivos para carros, lesivos aos direitos e garantias das mulheres e, em especial, da presidenta Dilma Rousseff.

A motivação foi o recebimento de denúncias na SPM-PR da comercialização desses adesivos em uma página de compras na internet, caracterizando material com violenta deturpação da imagem da presidenta.

“Recebi as denúncias com muita indignação. É intolerável o material que violenta a imagem da presidenta Dilma. Ele fere a Constituição ao desrespeitar a dignidade de uma cidadã brasileira e da instituição que ela representa, para a qual foi eleita e reeleita democraticamente”, destacou Eleonora.

A ministra solicitou que os órgãos adotem diligências para impedir a produção, veiculação, divulgação, comercialização e utilização do referido material, bem como a apuração de responsabilidades civis e penais dos autores.

“A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República tem como principal objetivo promover a igualdade entre homens e mulheres e combater todas as formas de preconceito e discriminação herdadas de uma sociedade patriarcal e excludente”, enfatizou Eleonora.