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Moradias para desabrigados do Moinho são insuficientes, aponta advogada

por Redação da RBA publicado 13/02/2012 08h41, última modificação 13/02/2012 13h25

São Paulo - Segundo a advogada Julia Moretti, do Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a quantidade de moradias oferecidas pela Prefeitura de São Paulo é insuficiente para atender a demanda da Favela do Moinho, na região central da cidade, que passou por um incêndio em dezembro de 2011, deixando vários moradores desalojados e morando em alojamentos precários.

"O que está licitado até agora pela Prefeitura são prédios baixos, de três andares, que contam com 350 unidades, onde não caberiam as 520 famílias", afirma a advogada.

A prefeitura oferece às famílias uma bolsa-aluguel no valor de R$ 450 mensais. Ainda de acordo com Julia Moretti, próximo ao local onde a comunidade estava instalada, há um terreno público que será destinado a projetos habitacionais, mas que não atenderá os desabrigados do Moinho.

Ouça a reportagem completa na Rádio Brasil Atual:

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