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19 de fevereiro

Centrais marcam novo protesto contra reforma da Previdência

Sindicalistas afirmam que campanha do governo é "enganosa". Segundo o presidente da Câmara, votação não pode passar de fevereiro
por Redação RBA publicado 31/01/2018 16h35, última modificação 31/01/2018 17h28
Sindicalistas afirmam que campanha do governo é "enganosa". Segundo o presidente da Câmara, votação não pode passar de fevereiro
força sindical
reunião de centrais

Sindicalistas criticam o que chamam de "campanha enganosa" do governo em relação ao tema

São Paulo – Centrais sindicais vão realizar em 19 de fevereiro um dia nacional de luta, em nova etapa da mobilização contra a proposta do governo Temer de "reforma" da Previdência Social. Dirigentes de várias entidades se reuniram nesta quarta-feira (31), na sede da Força Sindical, em São Paulo, para definir as próximas atividades.

O ano legislativo começa na próxima sexta-feira (2), com sessão solene de abertura marcada para segunda (5). O principal tema nessa retomada é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da Previdência.  O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem dito que vai manter o calendário anunciado ainda em 2017, com votação depois do feriado de carnaval, no dia 19. O relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), deverá apresentar novo texto.

Não dá para "carregar a reforma da Previdência além de fevereiro", disse Maia hoje, segundo o jornal Valor Econômico. O deputado afirmou ainda que, passando desse prazo, o tema vai para a campanha presidencial. "Se não votar, fica para a eleição."

Os sindicalistas criticam o que chamam de "campanha enganosa" do governo em relação ao tema. "As centrais sindicais conclamam suas bases a reforçar o trabalho de comunicação e esclarecimento sobre os graves impactos da 'reforma' na vida dos trabalhadores e trabalhadoras", diz nota divulgada por CSB, CTB, CUT, Força, Intersindical, Nova Central e UGT.