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Professores da Unifesp decidem amanhã se aderem a greve nacional

por Redação da RBA publicado , última modificação 21/05/2012 18h38

São Paulo – Os professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) vão decidir amanhã (21) em assembleia marcada para as 12h se aderem à paralisação nacional dos docentes das universidades federais iniciada na quinta-feira (17). Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), 39 das 59 universidades federais estão em greve no país.

A categoria pede, principalmente, a reestruturação do plano de carreira. De acordo com a presidente da Associação dos Docentes da Unifesp, Virgínia Junqueira, a universidade deverá enfrentar problemas em breve caso o atual plano não seja revisto. “A expansão da universidade está prejudicada. Com o atual plano, não teremos mais novos candidatos a professores”, disse. Atualmente, a Unifesp conta com 1.213 docentes.

A Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp) informou que a Unifesp já tem um campus em greve (Diadema) e dois com indicativo de greve (Baixada Santista e São Paulo). A adesão pelo país tende a crescer, segundo o Andes. Há possibilidade de mais universidades aderirem ao movimento, como a Universidade de Brasília (UnB), que entrou em greve hoje pela manhã.

A categoria pede carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo sugerido pelo Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35) e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho. Os professores federais reivindicam também a reestruturação do plano de carreira que, segundo o sindicato, não permite evolução satisfatória do docente ao longo da carreira.

Com informações da Agência Brasil

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