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Químicos do setor farmacêutico e motoristas de São Paulo abrem campanha

Na pauta entregue ao Sindusfarma, reivindicação é de reajuste total de 12%. Já trabalhadores do setor de transporte querem aumento real de 5%
por Vitor Nuzzi, da RBA publicado , última modificação 21/03/2012 15h47
Na pauta entregue ao Sindusfarma, reivindicação é de reajuste total de 12%. Já trabalhadores do setor de transporte querem aumento real de 5%

 São Paulo – Duas categorias dão hoje (21) o pontapé inicial em suas campanhas salariais. Com data-base este mês, os químicos do setor farmacêutico no estado de São Paulo tiveram a primeira reunião com o Sindusfarma (sindicato patronal), enquanto o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo entrega à entidade patronal a pauta de reivindicações – a data-base é 1º de maio.

No caso da área farmacêutica, a pauta foi entregue no dia 1º. Os sindicatos representados pela Fetquim-CUT (federação estadual dos químicos) reivindicam 12% de reajuste salarial, entre reposição e aumento real. O coordenador político e administrativo do Sindicato dos Químicos de São Paulo, Osvaldo Bezerra, o Pipoka, lembra que este ano serão discutidas apenas as cláusulas econômicas, como reajuste, piso, participação nos lucros ou resultados (PLR, com reivindicação de R$ 2.500) e cesta básica, além de licença-maternidade de 180 dias.

Já os motoristas e cobradores da capital paulista querem reajuste com base na variação do Índice do Custo de Vida (ICV) do Dieese e aumento real de 5%. A pauta inclui PLR linear de R$ 1.200. O sindicato é filiado à Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).