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TST determina que grevistas dos Correios mantenham 30% do efetivo

No entanto, Tribunal rejeitou pedido de paralisação da greve feito pelos Correios; categoria está parada por aumento, contratações e reestruturação da empresa
por Agência Brasil publicado , última modificação 21/09/2009 16h10
No entanto, Tribunal rejeitou pedido de paralisação da greve feito pelos Correios; categoria está parada por aumento, contratações e reestruturação da empresa

Funcionários dos Correios em greve fazem manifestação em Brasília, em frente à Esplanada dps Ministérios (Foto: Wilson Dias/ABr)

Brasília - O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) que sejam mantidos 30% dos funcionários em cada uma das unidades da ECT. Caso contrário, poderá ser aplicada multa diária de R$ 50 mil. As Procuradorias Regionais do Trabalho farão a fiscalização do cumprimento da medida. Contudo, o tribunal não aceitou o pedido de paralisação da greve feito pelos Correios.

No final da semana passada, a empresa entrou com um pedido de dissídio coletivo afirmando que a greve é abusiva. Segundo os Correios, já foi registrado o atraso no envio de 34,6 milhões de correspondências, além de 339 mil encomendas.

Também foi marcada uma audiência de conciliação na próxima quinta-feira (24) para que se chegue a um acordo sobre o aumento salarial da categoria, entre outras reivindicações e o fim da greve.

Os funcionários dos Correios estão em greve desde o início da semana passada e, além de aumento salarial, pedem contratações de novos carteiros e uma reestruturação da empresa. Dos 109 mil funcionários, 24% estão em greve. A proposta do governo é de reajuste salarial de 9%, além de outros benefícios.

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